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12/02/1809, Hardin County, Kentucky
14/04/1865, Washington (D.C.)
Lincoln foi capitão contra um levante dos índios, passou oito anos na Assembléia Legislativa do Estado de Illinois, no norte do país, e exerceu advocacia por muitos anos no circuito de tribunais.
Em 1858, Lincoln concorreu contra Stephen A. Douglas para o Senado. Ele perdeu a eleição. Mas no debate com Douglas ganhou uma reputação nacional que lhe valeu a indicação republicana para a disputa presidencial em 1860, que ele venceu com facilidade, devido ao colapso do Partido Democrata, decorrente da crise entre norte e sul em torno da escravidão (o norte era contra, e o sul, a favor).
Lincoln alertou o sul em seu discurso de posse: “em suas mãos, meus compatriotas insatisfeitos, e não nas minhas, se encontra esta questão momentosa da guerra civil”. Para ele, a secessão era ilegal. Ele estava disposto a usar a força para defender a lei federal e a União. Quando as baterias dos confederados dispararam contra o Forte Summer e forçaram sua rendição, ele pediu aos estados 75 mil voluntários. Foi o início da Guerra Civil.
Como presidente, ele transformou o Partido Republicano em uma forte organização naciona, atraindo democratas do Norte para a causa da União. Em 1º de janeiro de 1863 ele divulgou a Proclamação da Emancipação que declarava a libertação dos escravos.
Na inauguração do cemitério militar em Gettysburg, Lincoln declarou: “Que todos nós aqui presentes solenemente admitamos que esses homens não morreram em vão, que esta Nação, com a graça de Deus, venha gerar uma nova liberdade, e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da terra”.
Ele venceu a reeleição em 1864, enquanto os triunfos militares da União prenunciavam o fim da guerra. Em seus planos para a paz, o presidente era flexível e generoso, encorajando os sulistas a baixarem suas armas e voltarem à União. O espírito que o guiava era claramente o de seu segundo discurso de posse, atualmente gravado em uma parede do Memorial de Lincoln em Washington, DC:
“Sem malícia contra ninguém; com caridade para com todos; com firmeza no correto, que Deus nos permita ver o certo, nos permita lutar para concluirmos o trabalho que começamos; para fechar as feridas da nação…”
Em 14 de abril de 1865, uma sexta-feira santa, Lincoln foi assassinado no Teatro Ford em Washington por John Wilkes Booth, um ator que achava estar ajudando o Sul. O resultado foi o oposto pois, com a morte de Lincoln, morreu a possibilidade de paz com magnanimidade.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u18.jhtm
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Céu de Outubro
Título Original: October Sky
Ano: 1999
Duração: 103 min
SINOPSE
Um grande filme, que perdurará para sempre na sua memória - Larry King, USA TODAY Céu de Outubro é baseado numa história real de esperança, força de vontade e triunfo de um jovem inconformado com a vida.
Em 1957, na cidade mineira de Coalwood – West Virginia, um jovem estudante, Homer (Jake Gyllenhaal), vê brilhar no céu o satélite Sputnik. Impressionado e deslumbrado, nesse momento, descobre “a luz ao fundo do túnel’ decidindo que as estrelas são o seu objetivo. Com a ajuda de uns colegas e da sua professora (Laura Dern), inicia um arrojado plano para construir o seu próprio foguete de modo a explorar o espaço. Apesar dos diversos obstáculos incluindo testes fracassados de lançamento que quase acabam com a pequena cidade, Homer supera os obstáculos neste filme cheio de humor, com grandes clássicos do rock-n-roll e excelentes jovens interpretações. Céu de Outubro é ‘uma grande experiência cinematográfica. É difícil imaginar que alguém…não se ria, não chore e não adore este filme’ refere Robert W. Butler (Knight Ridder News Service). Fonte: http://www.dvdpt.com/c/ceu_de_outubro.php
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4 ago
É fácil aprender coisas novas, difícil é torná-las hábito.