15 jun
Tenho me perguntado muito o que de fato é AutoSuperação. Ainda que a AutoSuperação seja tudo o que você conquista, ultrapassando suas limitações, será que toda AutoSuperação é evolutiva?
A pergunta se torna tão mais importante à medida com que cada um vai se conscientizando daquilo que verdadeiramente faz sentido na sua vida.
Principalmente nas limitações que teoricamente inibiriam tendências artísticas ou esportivas esse questionamento se faz ainda mais presente.
Por que será que alguém tem uma limitação física, por exemplo? que a impeça, inicialmente, de dançar?
Há um tempo atrás, publiquei um vídeo aqui no site que me fez pensar nisso. Dois deficientes físicos, exímios bailarinos.
A contemplação daquele espetáculo, que merece os mais honrosos aplausos, o mesmo tempo que me fascinava me fazia pensar em quais outras atividades aqueles bailarinos poderiam desenvolver na vida que tivesse significado pessoal, que também pudesse ajudar às pessoas? (ressalto isso, pois embora seja um espetáculo de dança, a superação das limitações deles é absolutamente assistencial.)
É muito difícil abordar esse assunto em poucas linhas, por isso, à medida com que novas idéias forem surgindo vou pensar em “voz alta, registrada aqui” compartilhando minhas indagações e pontos de vista. Assim, aos poucos, vou fechando abordagens diferentes, descortinando os paradoxos evolutivos, chancelando que a evolução de cada um é individualíssima, afinal de contas, ainda que tenhamos vivido nas mesmas épocas, feito parte de grupos semelhantes, a vida de cada um é única, feita de escolhas, acertos, dúvidas e erros.
Para quem admite a possibilidade de já ter vivido outras vidas e que ainda tem muitas vidas por vir a minha inquietação inicial poderá trazer um incômodo maior, afinal, se pararmos para pensar sobre AutoSuperação por esse prisma será inevitável pensar na lei de causa-efeito, na questão da vida como oportunidade de aprendizado e de reconciliação.
Desta forma, aquele ponto que pra nós hoje pode ser o “motivo de toda a nossa angústia” pode ser exatamente aquilo que se precisava para conseguir realizar coisas que não feríamos em situações “normais”.
Essa é uma resposta que somente a própria pessoa vai conseguir responder.
Seguem algumas perguntas que me faço com freqüência:
* O que é AutoSuperação evolutiva e o que é repetição?
* O que eu aprendo com as minhas limitações?
* Quais são os objetivos que me levam a superar meus limites?
Quanto mais eu me faço essas perguntas, mais eu percebo que vale a pena investir mais em me autoconhecer e descobrir o que, de fato, faz sentido pra minha vida!
27 out
A superação de pequenos vícios, mudança de hábitos, instalação de rotinas saudáveis geram, ao longo do tempo, grandes mudanças de comportamento.
Estamos acostumados a querer grandes mudanças, mas nos esquecemos que o que somos hoje é o resultado das nossas posturas ao longo do tempo.
Escolher um traço, um comportamento, um hábito, um vício (até mesmo de linguagem) que você queira mudar e começar a trabalhar com ele de fato já trará bons resultados. E os resultados às vezes nos surpreendem.
Um exemplo que me chamou muita atenção foi com relação ao traço da desorganização.
Comecei por manter concentrada a bagunça num único local, criei a gaveta da bagunça, onde concentrava todas as contas e papéis ainda não arquivados. Depois desenvolvi o hábito de arrumar a cama todos os dias, pois a cama bagunçada era um convite a não guardar as roupas no armário. Pouco a pouco fui introduzindo uma nova rotina, à medida com que ia sedimentando o ganho anterior, e com o tempo a desordem cedeu espaço à organização e harmonia do ambiente.
A descoberta inesperada foi que pude observar que em determinados momentos me referia à minha desorganização até com um certo orgulho. Sempre fui rodeada por pessoas bastante organizadas, e com o tempo, à medida com que superava minha desorganizaçao, fui percebendo que a minha bagunça era uma forma de expressar uma certa rebeldia.
Jamais imaginei que a desorganização pudesse ter relação com rebeldia, mas, contra fatos não há argumentos, não é mesmo? A partir daí pude começar a mapear em quais outros momentos a minha rebeldia aparece, e esse passou a ser um outro traço a trabalhar. E o processo continua.
Pequenas mudanças diárias nos trazem grandes conquistas de vida!
Luciana Lavôr
20 set
Um vídeo com Rosania Fernandes em conferência online da APEX.
Mostra o seu próprio caso de autosuperação com a visão da Conscienciologia.
http://video.google.com/videoplay?docid=-2356002789632322538#
Vale a pena assistir!
21 jul
Este site foi idealizado para fortalecer a idéia de Auto Superação nas pessoas.
Todos os dias quando acordamos temos a escolha da forma de condução do nosso dia, e por mais banal que isso possa parecer, o exercício dessa escolha com clareza e coerência com nossos objetivos pessoais fará muita diferença nos resultados alcançados.
É bom esclarecer que o auto conhecimento nos permite identificar os objetivos pessoais, os motivos que nos impulsionam para o alcance desses objetivos, o significado que a concretização desses objetivos tem para nós. Tudo isso é imprescindível pois, a partir dessa clareza de idéias, será possível enfrentar os obstáculos e permanecer firme, determinado na busca da realização pessoal.
Que tal começar um auto diagnóstico agora?
1- Pegue uma folha de papel, lápis e borracha.
2- Faça 5 colunas nessa folha
3- Preencha as colunas respondendo as seguintes perguntas:
3.1- Coluna A: O que eu quero alcançar?
3.2- Coluna B: Por que quero alcançar esse objetivo?
3.3- Coluna C: Quais os recursos tenho hoje para alcançar esse objetivo?
3.4- Coluna D: Quais os recursos preciso obter para alcançar esse objetivo?
3.5- Coluna E: Até qual data pretendo alcançar esse objetivo?
Para cada ítem respondido na Coluna A, preencha todas as outras colunas correspondendo a resposta àquele ítem.
Comecemos pelo auto diagnóstico e nas próximas semanas aprofundamos na discussão dessas perguntas, aproveitando para colher de cada um os comentários sobre como foi a experiência de preencher essa planilha, quais os sentimentos e o que aconteceu ao longo das semanas.
Bom exercício!
Luciana Lavôr