A distância é uma péssima companhia

Luciana Lavôr

Comer, Rezar, Amar

O livro Comer, Rezar e Amar fez um grande sucesso, tanto que virou filme e com grandes atores no elenco.

Julia Roberts interpreta a personagem principal, o filme baseado em uma história real. Elizabeth Gilbert ao completar 30 anos, ter se casado várias vezes e tido muitos namorados – todos sem sucesso – tinha tudo que muitas pessoas sonham em ter, mas ela não tinha mais o que realmente precisava: vontade de viver.

Foi assim que ela decidiu então largar tudo, arriscar tudo o que conquistou para tentar resgatar a felicidade de viver. Viajar pelo mundo, Itália, Índia e Bali serão os destinos de Elizabeth. Irá provar as melhores comidas (Comer), meditar e buscar a paz interior (Rezar), e aproveitar tudo que um bom relacionamento tem a nós oferecer (Amar).

Uma linda lição de vida, e uma belíssima história.

Fonte: http://www.pontoxp.com/2010/07/27/comer-rezar-e-amar-filme-sinopse-estreia-trailer/

Em busca da Felicidade

Em busca da Felicidade

Título original: “The Pursuit of Happyness” (2006 – 113m)

 

SINOPSE
NOMEADO PARA O OSCAR® 2006
MELHOR ACTOR – WILL SMITHPELO SEU FILHO, UM HOMEM FARÁ O IMPOSSÍVEL

Will Smith protagoniza esta comovente história inspirada na vida real de Chris Gardner, um vendedor de São Francisco que luta por construir um futuro para si e para o seu filho de 5 anos, Christopher (Jaden Smith). Quando a sua namorada Linda (Thandie Newton) o abandona, Chris fica a cuidar sozinho de Christopher (Jaden Smith). A determinação de Chris será compensada quando consegue um lugar não remunerado num programa de estágios para corretores de bolsa extremamente competitivo, onde só um entre vinte sairá bem sucedido. Porém, sem salário, Chris e o filho são despejados do seu apartamento e obrigados a dormir na rua, junto dos sem-abrigo e até mesmo dentro de uma casa de banho trancada numa estação de metro. Com a sua auto-estima, o amor e a confiança do seu filho, Chris Gardner ultrapassará todos os obstáculos e acabará por se transformar numa lenda de Wall Street.

REALIZADOR
Gabriele Muccino

INTÉRPRETES
Will Smith, Jaden Smith, Thandie Newton, Brian Howe, James Karen, Dan Castellaneta, Kurt Fuller, Takayo Fischer, Kevin West, George Cheung, David Michael Silverman, Domenic Bove, Geoff Callan, Joyful Raven, Scott Klace.

Inspirado numa história verídica

“Não existe amor minúsculo, muito menos quando se trata de Amor Próprio”
Mario Quintana

O medo nos afasta de quem realmente somos.

Luciana Lavôr

AutoSuperação x Repetições Multimilenares

Tenho me perguntado muito o que de fato é AutoSuperação. Ainda que a AutoSuperação seja tudo o que você conquista, ultrapassando suas limitações, será que toda AutoSuperação é evolutiva?

A pergunta se torna tão mais importante à medida com que cada um vai se conscientizando daquilo que verdadeiramente faz sentido na sua vida.

Principalmente nas limitações que teoricamente inibiriam tendências artísticas ou esportivas esse questionamento se faz ainda mais presente.

Por que será que alguém tem uma limitação física, por exemplo? que a impeça, inicialmente, de dançar?

Há um tempo atrás, publiquei um vídeo aqui no site que me fez pensar nisso. Dois deficientes físicos, exímios bailarinos.

A contemplação daquele espetáculo, que merece os mais honrosos aplausos, o mesmo tempo que me fascinava me fazia pensar em quais outras atividades aqueles bailarinos poderiam desenvolver na vida que tivesse significado pessoal, que também pudesse ajudar às pessoas? (ressalto isso, pois embora seja um espetáculo de dança, a superação das limitações deles é absolutamente assistencial.) 

É muito difícil abordar esse assunto em poucas linhas, por isso, à medida com que novas idéias forem surgindo vou pensar em “voz alta, registrada aqui” compartilhando minhas indagações e pontos de vista. Assim, aos poucos, vou fechando abordagens diferentes, descortinando os paradoxos evolutivos, chancelando que a evolução de cada um é individualíssima, afinal de contas, ainda que tenhamos vivido nas mesmas épocas, feito parte de grupos semelhantes, a vida de cada um é única, feita de escolhas, acertos, dúvidas e erros.

Para quem admite a possibilidade de já ter vivido outras vidas e que ainda tem muitas vidas por vir a minha inquietação inicial poderá trazer um incômodo maior, afinal, se pararmos para pensar sobre AutoSuperação por esse prisma será inevitável pensar na lei de causa-efeito, na questão da vida como oportunidade de aprendizado e de reconciliação.  

Desta forma, aquele ponto que pra nós hoje pode ser o “motivo de toda a nossa angústia” pode ser exatamente aquilo que se precisava para conseguir realizar coisas que não feríamos em situações “normais”.

 Essa é uma resposta que somente a própria pessoa vai conseguir responder.

Seguem algumas perguntas que me faço com freqüência:

* O que é AutoSuperação evolutiva e o que é repetição?

* O que eu aprendo com as minhas limitações?

* Quais são os objetivos que me levam a superar meus limites?

Quanto mais eu me faço essas perguntas, mais eu percebo que vale a pena investir mais em me autoconhecer e descobrir o que, de fato, faz sentido pra minha vida!

 

Muito melhor que a mais doce ilusão, é a realidade, ainda que dura!

Luciana Lavôr

Livro que vale a pena

A Cientista que curou seu próprio cérebro – Jill Bolte Taylor

Jill Bolte Taylor estava acostumada a tratar pacientes acometidos de derrame. Até o dia em que foi vítima de um. Neuroanatomista por profissão, ela pôde observar sua mente se deteriorar segundo a segundo, até o momento em que percebeu que não conseguia mais falar, ler, escrever ou se lembrar de qualquer acontecimento de sua vida – tudo isso em apenas quatro horas.

Como o lado esquerdo do cérebro estava totalmente comprometido, Jill alternava entre duas realidades distintas e opostas: o nirvana eufórico do intuitivo e cinestésico trazido pelo lado direito do cérebro, em que ela experienciava um sentimento de paz e bem-estar, e a lógica e a racionalidade vindas do lado esquerdo, em que ela reconhecia que estava tendo um derrame – o que lhe permitiu pedir ajuda antes de ficar completamente incapaz.

Neste livro, a autora compartilha com os leitores a experiência insólita por que passou, analisando o cérebro humano a partir de uma perspectiva singular, e conta como conseguiu se recuperar sem nenhuma seqüela.

Jill Bolte Taylor, ao entrar em contato mais profundo com o lado direito do cérebro, percebeu que é preciso estar atento aos sinais que o corpo nos dá, descobrir que pequenos prazeres podem fazer uma grande diferença para ter uma vida saudável e que a paz interior é acessível a qualquer um, a qualquer momento.

Dados técnicos
Nome do livro: A cientista que curou seu próprio cérebro
Autor: Jill Bolte Taylor
Número de páginas: 224
Editora: Ediouro

Sobre a autora:
Jill Bolte Taylor, Ph.D., é neuroanatomista e leciona na Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana, em Bloomington, Indiana. É a porta-voz nacional do Brain Bank e neuroanatomista consultora do Midwest Proton Radiotherapy Institute (MPRI). Desde 1993, tem sido membro ativa da National Alliance on Mental Illness (Nami) e nomeada pela revista Time uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2008.

Fonte: http://www.ediouro.com.br/acientista/olivro.asp

Filme que vale a pena!

Um dos filmes mais profundos que já assisti, “A Morada da Sexta Felicidade” conta a história de uma mulher que supera todos os obstáculos para realizar seu “sonho”. Muito mais que um sonho, é um projeto de vida!
Um exemplo de AutoSuperação e assistencialidade. Vale a pena assistir! 
 
 
A Morada da Sexta Felicidade
(The Inn of the Sixth Happiness)
 
 
Ingrid Bergman estrela este “filme espetacularmente produzido, magnificamente interpretado e dirigido” (Variety), baseado na história verdadeira de Gladys Aylward, uma santa dos dias modernos, cuja paixão irredutível por fazer o bem a levou a atravessar meio mundo. 
Inspirada por seu sonho de tornar-se missionária, uma empregada inglesa (Bergman) viaja para a China e abre uma hospedaria para viajantes cansados e famintos que atravessam as desoladas trilhas nas montanhas. Gradualmente consegue vencer a hostilidade dos habitantes locais, ganhar o amor de um coronel eurasiano (Curt Jurgens) e converter um poderoso mandarim (Robert Donat) ao cristianismo. Mas seu grande feito acontece quando, durante a invasão japonesa da China, ela consegue levar uma centena de crianças sem lar a um local seguro atravessando território dominado pelo inimigo. 
Forte e tocante, este filme inspirador foi adaptado do ‘best seller’ de Alan Burgess chamado The Small Woman.

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,qualquer um pode começar agora e fazer um novo final!”
Francisco Cândido Xavier